Itália: top 10 - museus, igrejas e a torre pendente
Série "Italia mia"
Em minha humilde opinião de apreciadora das artes, longe de ser especialista no assunto, considero a Itália um dos melhores países para acessar as riquezas ocidentais da pintura, da escultura, da arquitetura... Fã incondicional do Renascimento, sonhava em ver de perto o afresco da Escola de Atenas, de Rafael. Sonho realizado e todas as expectativas superadas!!
Na maioria das cidades, em especial as maiores, obras de arte podem ser encontradas em qualquer esquina. Confesso que a onipresença da arte nas cidades italianas foi um pouco cansativa, tive que me convencer de que a tentativa de absorver tanta informação era exercício impossível. A fórmula que encontrei para curtir o que tive condições de acessar foi relaxar com a ânsia de tenho-que-ver-tudo-que-está-aqui.
Em minha humilde opinião de apreciadora das artes, longe de ser especialista no assunto, considero a Itália um dos melhores países para acessar as riquezas ocidentais da pintura, da escultura, da arquitetura... Fã incondicional do Renascimento, sonhava em ver de perto o afresco da Escola de Atenas, de Rafael. Sonho realizado e todas as expectativas superadas!!
Na maioria das cidades, em especial as maiores, obras de arte podem ser encontradas em qualquer esquina. Confesso que a onipresença da arte nas cidades italianas foi um pouco cansativa, tive que me convencer de que a tentativa de absorver tanta informação era exercício impossível. A fórmula que encontrei para curtir o que tive condições de acessar foi relaxar com a ânsia de tenho-que-ver-tudo-que-está-aqui.
Espero que encontre a sua própria maneira de aproveitar cada local e que tenha tempo de visitar com calma cada uma das opções abaixo:
- Galleria degli Uffizi, Firenze: o museu é grande e obrigatório (tenho trauma de museus gigantescos por causa do Louvre, em Paris, e do Metropolitan, em New York, um dia farei um post sobre as precauções que devemos tomar nesses dois lugares). Foi nele que encontrei as preciosidades das quais ouço falar, desde a adolescência, nas aulas de História da Arte. A visita guiada é altamente recomendável, em virtude do peso histórico que as obras da galeria possuem. Chegue antes do horário marcado para encontrar o seu grupo com tranquilidade.
- Corridoio Vasariano, Firenze: conhecer esse lugar requer reserva, pois o número de pessoas que podem visitá-lo é limitado. Por ser um passeio exclusivo, que deve ser feito em conjunto com a Galleria degli Uffizi, custa mais caro e requer a compra antecipada de ingressos*. O corredor foi construído pela família Medici para que seus membros não tivessem que passar pelas ruas da cidade, enquanto se dirigiam ao Palazzo Pitti. Além de suspenso e com vista para a Ponte Vecchio, o corredor é decorado com uma coleção de arte. Adorei os autorretratos!
- Galleria dell’Accademia, Firenze: o local é pequeno – o tipo de museu que eu adoro! – e o verdadeiro Davi de Michelangelo tem o destaque que merece. Recomendo a visita guiada, para você ter a desculpa de ficar babando naquela escultura maravilhosa, enquanto o(a) guia explica todos os detalhes. Que mãos tem o Davi!! Tomar uma garrafa de Prosecco antes de entrar é uma boa também (prefiro não adiantar as sensações, deixo para você tirar as próprias conclusões). A experiência permite que entendamos a razão de Michelangelo se dirigir a Davi, ao terminar a obra, e dizer: parla!
- Galleria Borghese, Roma: sugiro a visita guiada. Tive a sorte de ter um guia apaixonado por Bernini, o que fez o passeio ainda mais interessante. A compra de ingresso com antecedência* é recomendável.
- Musei Vaticano, Vaticano**: apesar de a visita ser cansativa, em virtude de o museu ser enorme e estar sempre lotado, é obrigatória. Recebi muitas recomendações para compra antecipada de ingressos, entretanto, não havia fila no dia em que o visitei. Na dúvida, é melhor comprar antes. Há uma visita noturna, mais exclusiva, à Capela Sistina. Fiquei bastante tentada, mas o ingresso custava em torno de 130 euros por pessoa e meu marido vetou. Na próxima ida a Roma, com certeza revisitarei aquela obra-prima, só que, dessa vez, à noite.
- Basilica di San Pietro, Vaticano**: a basílica é grandiosa e belíssima por si só! Entretanto, seu conteúdo a torna ainda mais interessante, em especial, pela vívida Pietà de Michelangelo e pelo majestoso Baldaquino de São Pedro, de Bernini.
- Duomo di Siena: é o duomo mais bonito de todas as cidades que visitei (veja o roteiro completo no primeiro post da série "Italia mia")! Vale, ainda, visitar a Basilica di San Marco (Venezia), os Duomos de Firenze, Milano e Orvieto – estão na ordem da minha preferência.
- Torre di Pisa: vá direto à área onde fica a torre, não identifiquei muito mais o que fazer na cidade fora daí. Vale a pena subir (pouco mais de 200 degraus) por duas razões: a experiência da subida em um prédio torto é bem diferente e a vista lá de cima é linda. Adianto que a inclinação da torre até ajuda a subir em várias partes.
- Gallerie dell’Accademia, Venezia: o museu não é muito grande e concentra obras de importantes artistas venezianos. Aqui se encontra, também, o Homem Vitruviano, de Leonardo Da Vinci. Infelizmente, essa obra só é exposta de tempos em tempos, não tive essa sorte. Espero retornar e ter a oportunidade de vê-lo.
- Palazzo Ducale: é prudente comprar os ingressos antecipadamente* e chegar antes da hora marcada para encontrar seu grupo. O local fica ao lado da Basilica di San Marco e abriga importantes obras de artistas da cidade.
* Comprei os ingressos em http://www.tickitaly.com/. Há outros sites do tipo, compare os valores antes de efetuar a compra.
** Toda quarta-feira, pela manhã, o Papa faz uma benção em frente à Basilica di San Pietro. Acesse mais detalhes no site do Vaticano. Se você tem a intenção de comparecer à benção, sugiro conhecer a basílica e o museu em outro dia, pois a tendência é que o local fique ainda mais cheio.

Que bom, Di!! Você vai amar a Itália, tenho certeza!
ResponderExcluirBjs