Brasília: debaixo do bloco no CCBB


CCBB

Sou a maior suspeita para falar do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) Brasília. Antes de mais nada, porque é um espaço dedicado às artes, com ingressos a preços acessíveis e programação de primeira (não tem como não gostar, né?). Além disso, foi um local que frequentei com meu marido - que era namorado na época, e assim foi por muito tempo, pois me "enrolou" por 8 anos antes de casar! [risos] - todos os dias da semana por uns tantos anos.


A história é a seguinte, meu marido estudou algum tempo até passar em um concurso público. Nesse período, ele ia, de segunda à sexta, para a biblioteca do CCBB. Como eu trabalhava ali pertinho, pegava meu carro para almoçarmos juntos no self-service de lá todos os dias úteis. Esse restaurante é todo de vidro e tem uma vista incrível, mas a comida não é seu maior atrativo. De todo modo, o preço era bom e dava para o gasto, afinal, era a melhor opção para almoçar com ele.

Não satisfeitos apenas com os dias úteis da semana, para matar a saudade, corríamos para o centro aos sábados e domingos para assistir a filmes, peças de teatro, exposições e ao que mais surgisse na programação.

Hoje, nem meu marido usa tanto a biblioteca de lá nem eu trabalho tão perto. Assim, as visitas ficaram menos frequentes. Uma pena!... Mas, sempre que podemos, vamos até o CCBB.

Como tenho intolerância à lactose, recorro bastante ao Bistrô Bom Demais, que fica em frente à bilheteria, para um cappuccino com leite de soja e uma tapioca sem nada. Meu marido gosta muito do cappuccino italiano e da bruschetta.

Junto com o bistrô, funciona a Livraria Dom Quixote. Enquanto espera seu café, você pode bisbilhotar livros dos mais variados assuntos. Para mim, o destaque na livraria é a venda de: CDs Putumayo, artesanato cultural da Tertúlia e obras do artista Wagner Hermuche. Estes dois últimos são a cara de Brasília. No caso de Hermuche, literalmente, em Noites Brasilianas.

Apesar de todos os predicados acima, o que resume a atmosfera do CCBB também sintetiza o clima do que é viver em Brasília: ficar embaixo do bloco. Essa idéia é a tradução do que Lúcio Costa proporcionou ao projetar os prédios residenciais desta capital sobre pilotis em grandes áreas verdes. Assim, o térreo dos edifícios se tornou espaço comum, onde as pessoas podem ir e vir de qualquer lugar, sem precisar contornar os prédios.

E foi debaixo do bloco que eu tomei diversos cafés com amigos como o Joseph Mariah (vulgo Zé Maria), muito namorei na hora do meu almoço e fiz o ensaio de fotos do meu casamento com o Dirceu!

Comentários

  1. Suuuuuuper fofo e romântico esse post!!

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  2. Nada como passar horas no CCBB! Saudades desse nosso tempo!

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    1. Saudades msm! Mas vamos combinar que tá cada vez melhor, né? Bjs

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  3. Respostas
    1. Vivis, minha daminha linda, que saudades!!! Você também já aproveitou muito do CCBB, hein! Bjs

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  4. Oi Amanda! Legal passar por aqui e conhecer um pouco mais sobre você! Esse post deu água na boca... Sabe que eu também acho sensacional essa idéia de passar o tempo embaixo dos blocos?... E Putomayo foi por vários meses a minha trilha sonora pra acordar de bom humor! Agora só me falta conhecer Wagner Hermuche e tomar café com leite de soja... :)
    Vida longa ao seu blog! beijos
    Raíssa

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    1. Volte sempre e vamos combinar um cappucci sem lactose no CCBB com certeza!! Bjs

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  5. Oi Amanda, que honra ler sobre o Zé Maria no teu blog! E foi em uma peça de teatro no CCBB que a gente se conheceu, lembra? bjos

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    1. É verdade, Laurin!!! O CCBB é muito a cara do Dirceu e do Zé Maria, né?
      Enviei o post para o Zé por e-mail assim que publiquei, já que ele não está no face. ;-)
      Bjs

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  6. Guria, o Zé Maria, além de não estar no face, também está sem internet.... acredita? bjos

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    1. O que a gente faz com ele, hein, Laurin! rsrsrsrs Mostra você para ele então, ;-)
      Bjs

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    2. Claro, vou mostrar sim! E ele vai adorar, com certeza. bjs

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  7. Feliz Aniversário! A noite a gente comemora juntas, bjos

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